O influenciador Ken de CG foi hospitalizado após espremer uma espinha. Willian Silva, nome real do influenciador, viralizou com um vídeo sobre o caso. Ele disse que ficou próximo da morte. A espinha estava perto da boca.
Segundo o influenciador, havia risco de meningite. Ele afirmou que quase foi de arrasta por causa do ato. O lábio ficou muito inchado. Ken usou a experiência para conscientizar seguidores.
Especialistas confirmam que espremer espinhas oferece riscos. Infecções graves são raras, mas podem ocorrer. O ato expõe a pele a bactérias. Isso pode causar cicatrizes e manchas permanentes.
A espinha é uma inflamação dos folículos pilosos. O acúmulo de pus propicia a proliferação de bactérias. Ao espremer, a bolsa infeccionada estoura. Os micro-organismos se espalham para áreas vizinhas.
O principal agravamento é a celulite infecciosa. Essa condição não tem relação com a celulite estética. Bactérias penetram o tecido subcutâneo. O problema exige tratamento com antibióticos.
O risco de morte é raro, mas não é zero. Estudos apontam mortalidade de cerca de 1% dos internados. Apenas um terço desses óbitos está ligado diretamente à infecção.
As bactérias podem atingir a corrente sanguínea. Isso leva a quadros como meningite e sepse. Outra complicação rara é a trombose do seio cavernoso. Ela está ligada à zona de perigo da face, área entre a boca e as sobrancelhas.
A literatura científica se baseia em relatos de casos. Não há estudos populacionais sobre essas complicações. Se houver inchaço incomum ou febre após espremer, procure um profissional de saúde. Dermatologistas e infectologistas lidam com esses quadros.

