Não há evidência científica de que o glúten faça mal a quem não tem intolerância. A afirmação é de especialistas.
O trigo oferece proteínas, ferro e vitaminas. Cortar o glúten sem necessidade só gera gastos extras.
Produtos sem glúten costumam ser mais caros. A exclusão só é obrigatória para celíacos e intolerantes.
Para quem precisa ou quer variar, há alternativas. A substituição não é de um para um na receita.
Cada farinha tem peso, absorção e textura diferentes. É preciso atenção às proporções.
Na compra, o risco é a contaminação cruzada. Máquinas e armazéns podem ter resíduos de trigo.
A embalagem só pode dizer não contém glúten com certificação. O selo garante segurança desde a colheita.
Dez opções de farinhas sem glúten foram listadas. A farinha de amêndoas é rica em magnésio, cálcio e vitamina E.
A farinha de arroz controla o açúcar no sangue. É fonte de ferro e vitaminas do complexo B.
A farinha de aveia tem beta-glucana. A fibra reduz o colesterol ruim e a insulina.
A farinha de milho tem luteína e zeaxantina. Os antioxidantes previnem degeneração macular e catarata.
A farinha de coco tem ácido láurico. O ácido graxo ajuda a diminuir o colesterol ruim.
A farinha de grão-de-bico prolonga a saciedade. A digestão lenta ajuda no controle de peso.
A farinha de tapioca tem amido resistente. A substância melhora a sensibilidade à insulina.
A farinha de mandioca regula os níveis de açúcar. O potássio e o magnésio previnem cãibras e pressão alta.
A farinha de trigo sarraceno é uma semente. O efeito prebiótico estimula bactérias boas do intestino.
A farinha de alfarroba é feita de vagens trituradas. A leguminosa é fonte de vitaminas A e E.

