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Cardiomiopatia: tipos, sintomas e tratamentos

A cardiomiopatia afeta o músculo do coração. A doença pode endurecer, aumentar ou engrossar o órgão. Também pode formar tecido cicatricial. Isso dificulta o bom

Juliana Moraes2 min de leitura
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A cardiomiopatia afeta o músculo do coração. A doença pode endurecer, aumentar ou engrossar o órgão. Também pode formar tecido cicatricial. Isso dificulta o bombeamento de sangue para o corpo.

A condição pode levar a sintomas de insuficiência cardíaca. Também pode causar outras doenças graves no coração. A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) é a mais comum. A prevalência estimada é de 1 em cada 500 adultos. Pode afetar pessoas de qualquer idade.

Causas e sintomas

As causas da cardiomiopatia muitas vezes são desconhecidas. Existem fatores de risco para a doença. Entre eles estão problemas cardíacos subjacentes e histórico familiar. Uso prolongado de álcool ou substâncias químicas também conta. Sedentarismo é outro fator de risco.

Nos estágios iniciais, a doença pode não apresentar sintomas. Com o avanço, surgem sinais comuns a diferentes tipos de insuficiência cardíaca. Os sintomas incluem falta de ar e dificuldade para respirar. Dor no peito pode ocorrer após esforço ou refeições pesadas. Batimentos acelerados, fadiga e tosse também são relatados. Arritmia, tonturas e inchaço nas pernas podem aparecer. O inchaço pode atingir tornozelos, pés e abdômen.

Tipos principais

Existem quatro manifestações mais comuns da doença.

Cardiomiopatia hipertrófica é a doença cardíaca genética mais comum. O ventrículo esquerdo fica anormalmente espesso e endurecido. Isso dificulta o trabalho do coração.

Cardiomiopatia dilatada altera o músculo cardíaco. Os ventrículos aumentam de tamanho. Eles perdem força para bombear sangue adequadamente.

Cardiomiopatia restritiva deixa os ventrículos rígidos e menos flexíveis. Afeta pessoas mais velhas. Pode levar à insuficiência cardíaca.

Cardiomiopatia do ventrículo direito arritmogênico (ARVC) é rara. Afeta principalmente o ventrículo direito. Causa taquiarritmias ventriculares. Aumenta o risco de morte súbita. O tecido muscular é substituído por gordura e fibrose.

Tratamento

Os tratamentos não curam a cardiomiopatia. Eles controlam os sintomas. Também retardam a progressão da doença. Mudanças de hábitos são importantes para fortalecer o coração.

Recomenda-se dieta com baixo teor de gordura e sal. Exercícios físicos regulares são indicados. Manter o sono regulado ajuda. Reduzir o estresse também é parte do manejo. Medicamentos podem ser recomendados para melhorar o fluxo sanguíneo. A indicação depende da causa e de condições médicas subjacentes.

O manejo depende do tipo e da gravidade da doença. Casos graves podem exigir transplante de coração. A orientação médica é necessária para avaliar cada situação.

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Sobre o autor

Juliana Moraes

Equipe editorial do Cirurgia Coração, o maior diretório de estabelecimentos do cardiologia no Brasil. Conteúdo especializado sobre saúde do coração.

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